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Comitê discute plano de contratação na área tecnológica

Objetivo é propiciar infraestrutura tecnológica para os sistemas atuais e permitir a expansão do Processo Judicial Eletrônico (PJe) para todas as classes processuais na Primeira Região.

Leonardo Costa | Ed. 100 Jun 2019

O Comitê Gestor de Tecnologia da Informação (CGTI) realizou sua 27ª reunião no dia 28 de junho, quando apresentou a proposta de inclusão de quatro novas contratações em seu Plano de Contratações de Soluções de TI (PCSTI). O objetivo é propiciar infraestrutura tecnológica para os sistemas atuais e permitir a expansão do Processo Judicial Eletrônico (PJe) para todas as classes processuais na Primeira Região.

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Foram abordados, ainda, os seguintes assuntos: acompanhamento das contratações de TI com uso de painel visual desenvolvido pela equipe da Secin e acompanhamento da execução da estratégia de TI da JF1.

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Durante o encontro, foram apresentados estudos sobre a necessidade de obtenção de itens para atualização e modernização da infraestrutura tecnológica do Tribunal e Seções Judiciárias.

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Pretende-se investir na aquisição de storages, servidores, unidades de backup, escâneres, impressoras, equipamentos de videoconferência, software de virtualização de servidores etc.

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Lúcio Melre, diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação (Secin), explica que há uma previsão orçamentária de aproximadamente de R$ 40 milhões para o ano de 2019 que serão utilizados no custeio das despesas atuais, bem como na modernização da infraestrutura tecnológica.

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“Todas as contratações de TI têm viés de propiciar a infraestrutura tecnológica necessária para suportar os sistemas atuais e também permitir a expansão do PJe para novas classes processuais e migração dos sistemas legados para o novo sistema”, destacou Melre.

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O Comitê também apresentou o projeto de capacitação a distância para os servidores da Secin com uso da plataforma ALURA, que disponibiliza 828 cursos em diversas áreas, como programação, marketing digital, inovação e gestão, design e infraestrutura.

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A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, aprovada em 2018, também foi analisada na pauta da reunião. Os integrantes do Comitê sugeriram a criação de comissão ou de grupo interdisciplinar para traçar estratégias com ações que cumpram as exigências da norma.

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Segundo o presidente do TRF1, desembargador federal Carlos Moreira Alves, “essas reuniões periódicas na área de Tecnologia da Informação se destinam exatamente ao planejamento dos passos que estão sendo dados e daqueles que têm que ser dados conjugadamente para otimizar aquilo que estamos planejando”.

Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Regional Federal da 1ª Região

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