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Seção Judiciária do Amazonas promove capacitação para conciliadores voluntários

Treinamento é o primeiro passo para a atuação dos voluntários na Seccional

Silvânia Rodrigues | Ed. 100 Jun 2019

No período de 24 a 28 de junho, o Centro Judiciário de Conciliação da Seção Judiciária do Amazonas (Cejuc/SJAM) realizou, no Anfiteatro Cacique Ajuricaba, em Manaus, o módulo teórico do Curso de Formação de Conciliadores Voluntários da Justiça Federal do Amazonas.

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Cerca de 20 candidatos convocados participaram de curso teórico composto por aulas e exercícios simulados que antecedem o módulo prático de estágio supervisionado.

 

O módulo teve carga horária de 40 horas-aula e foi ministrado pelos instrutores Christian Cardoso Gontijo e Grazielle Frota Monte Coelho, ambos servidores do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, certificados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O módulo foi realizado nos termos das Resoluções 125/2010, do CNJ, e Presi 32/2015, do TRF1.

 

Após a conclusão desse módulo, os candidatos aprovados devem prestar serviço voluntário por, no mínimo, 16 horas mensais durante um ano no Cejuc/SJAM, atuando como conciliadores em audiências.

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Segundo a diretora do Cejuc/SJAM, Laura Emília Barbosa, o treinamento é o primeiro passo para a atuação dos voluntários na Seção Judiciária do Amazonas.

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“A capacitação é o início de todo o processo. Durante esses cinco dias, os voluntários selecionados puderam aprender sobre diferentes técnicas e ferramentas que os auxiliarão durante o estágio supervisionado e na prática como conciliadores. Agora o que se espera é que eles exerçam suas atividades com zelo e competência a partir dos conceitos aprendidos”, afirmou a diretora.

 

 

Seção Judiciária do Amapá realiza I Curso de Formação de Conciliadores Voluntários

Crédito: Secos-SJAP

 

O Centro Judiciário de Conciliação da Seção Judiciária do Amapá (Cejuc/SJAP) promoveu, no período de 27 a 31 de maio, o primeiro Curso de Formação de Conciliadores Voluntários da Seccional.

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A ação contou com 25 candidatos a conciliadores voluntários que, após concluírem as etapas da formação, poderão atuar como mediadores, aplicando técnicas de solução de conflitos em demandas judiciais da Seccional amapaense.

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O curso teórico, ministrado pelas palestrantes Geovana Faza da Silveira, diretora do Centro Judiciário de Conciliação (Cejuc) da Subseção Judiciária de Juiz de Fora/MG, e Márcia Elizabeth dos Santos, diretora do Cejuc da Subseção Judiciária de Uberlândia/MG, abordou noções de comunicação não violenta, teoria do conflito e técnicas de negociação com ênfase no caráter psicológico, além de a prática institucional aplicada à legislação vigente.

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“Queremos interromper essas etapas de competição, desse jogo de ‘perde e ganha’, para formação e elaboração de consenso, construção de cultura de paz. Para que eles (os voluntários) possam espalhar esta semente de conciliação”, afirmou Geovana Faza.

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Novos conciliadores são profissionais de diversas áreas, tais como Teologia, Pedagogia, Psicologia, servidores da Justiça Federal, advogados e bacharéis em Direito. “Eles aprenderam as técnicas para aplicá-las nas sessões de conciliação, que é o acolhimento e o envolvimento, além de as técnicas para estarem atentos às causas”, explicou Márcia Elizabeth.

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O encerramento do curso teórico contou com a participação da juíza de Direito Larissa Noronha e da promotora de Justiça Silvia Canela que compartilharam experiências da Justiça restaurativa aplicada no município de Santana/AP, onde a mediação de conflitos é aplicada e que ajuda a melhorar a realidade social daquela localidade, principalmente com jovens e famílias em vulnerabilidade.

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Depois de o curso teórico, começará a parte prática por meio do estágio supervisionado para que os conciliadores voluntários possam concluir a preparação e iniciar os trabalhos de conciliação.

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A realização do curso foi possível graças aos esforços orçamentários do TRF1, ao empenho do coordenador do Cejuc da SJAP, juiz federal Leonardo Hernandez Santos Soares, e do Sistema de Conciliação da 1ª Região (SistCon), coordenado pelo desembargador federal Cândido Ribeiro.

Fonte: Secos/SJAP

Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Regional Federal da 1ª Região

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